Como muitos enfatizam, estamos na era da informação.

A informação nunca foi tão difundida como nos dias de hoje.

Nota-se que, com o avanço da internet e tecnologia, conseguimos ter tudo, praticamente, na palma de nossas mãos, ou seja, um harém de possibilidades: pobreza extrema sendo reduzida, ignorância sendo mais questionada. Tudo isso em um mundo com poucos anos de vida.

No entanto, a internet também faz com que amizades, casamentos e empresas sejam constituídos e desfeitos com mais facilidade. Um prato cheio para o século XXI? Ou seria um prato cheio demais para nossa digestão?
Sem sombra de dúvida fica um questionamento em aberto com seus prós e contras.

Segundo o psiquiatra Augusto Cury, em um post no Facebook de 17 de abril de 2015, “uma criança de sete anos de idade tem mais informação que o imperador romano tinha no auge de Roma. No entanto, as informações não são utilizadas como tijolos para desenvolver ideias brilhantes, raciocínio complexo, capacidade de interação ou de filtrar estímulos estressantes”.

Já segundo Mariana Cavalcante, psicóloga da Abrale, “a ansiedade faz parte da vida da maioria da população, inclusive é considerada o mal do século. É uma emoção vaga, desagradável, que traz medo e tensão. Ela pode ser gerada por uma situação de risco ou ameaça e prepara o organismo para tomar atitudes que possam prevenir ou diminuir os possíveis prejuízos”.

Além das reações ditas acima, a ansiedade pode gerar insônia, tremedeira, palpitação, sudorese, entre outras manifestações.

Esse sentimento deve ser observado com cuidado: “estar ansioso” é diferente de ter um transtorno de ansiedade. Estar ansioso é considerado uma ação pontual (curta duração) que provoca sensações desagradáveis, mas que o indivíduo consegue lidar com os sintomas e retomar ao seu equilíbrio.

Conclusão…

A ansiedade faz parte da vida, principalmente durante a experiência de algo novo ou de mudanças na rotina. No entanto, ter um transtorno de ansiedade é quando o indivíduo se preocupa demasiadamente com algo que virá acontecer, por exemplo, uma situação específica. Nesse caso, a ansiedade interfere diretamente na rotina e na qualidade de vida da pessoa.

Para Cury, aprender a gerir as emoções e administrar sua inteligência emocional é fundamental para uma saúde mental mais duradoura.

Para ter acesso à mais informações, basta acessar: www.augustocury.com.br